Bem, vamos ver se aplico os grandes ensinamentos de "Recordo Frankenstein" do Svenonius neste IndieMusic! Gulp!
quinta-feira, 30 de abril de 2026
quarta-feira, 29 de abril de 2026
A Chili Com Carne e Thisco lançaram isto em Abril...
O Mesinha 'tá lá metido! Porquê? Porque entre 1993 e 1994 vendíamos lá o zine!
Entretanto o livro está "on fire" (é melhor comprar aqui antes que esgote!) como se pode ver por estes comentários no "Blitz":
LOLADA!
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José Smith Vargas,
MESINHA de CABECEIRA
segunda-feira, 13 de abril de 2026
Punk Comix (again)
Os restos mortais da exposição de Alpiarça estão prás Caldas!
O livro é que está esgotadão mas tentem a Neat Records e Disgraça, pode ser que ainda lá haja um exemplar à toa. Este ano seja como for a Chili Com Carne irá reeditá-lo com novas capas de José Smith Vargas e João Silvestre!
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| alguns zines expostos foram recuperados do acervo do Espaço BD Jorge Machado Dias - entre eles o Mesinha de Cabeceira #19 com a trágico-cómica BD de Jucifer! |
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Luís Barreto,
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MESINHA de CABECEIRA,
Nunsky
domingo, 12 de abril de 2026
Joe Mulhall : "Rebel Sounds : Music as Resistance" (Footnote; 2024)
É um livro para "todo o público", daqueles que pouco adiantam se o sr. e sra. "normie" não souberem o que é uma wikipedia ou youtube, ou apenas terem um mínimo de cultura geral sobre a Irlanda, racismo nos EUA, Apartheid, ditaduras africanas, sul-americanas e soviéticas. Se parece desprezível para um snobe como eu, por outro lado é daqueles livros que devia ser obrigatório na sala de aulas ou qualquer coisa do tipo, devia estar publicado pelo mundo inteiro sei lá - mas dizem que livros sobre música não vendem, coisa que desminto como editor de tais publicações. Enfim, façam como quiserem, pessoas do mundo!É constituído por oito artigos bem escorreitos que passam por músicas de resistência em vários pontos do globo entre o século XX e XXI: resistências armadas da Irlanda e da Ucrânia, a música dos direitos civis gringos dos anos 60, canções contra os neo-nazis ingleses (anos 70), a Tropicália como oposição à ditadura militar brasileira, os confrontos entre Fela Kuti e a ditadura nigeriana, as proibições de ouvir música decadente capitalista na URSS e a música sul-africana contra o Apartheid. Haverá pouco a descobrir para quem saiba alguma coisa da vida e da cultura mas são bons resumos e "comida para o cérebro" para reflectir se a música pode mudar este mundo horroroso que vivemos. E por falar nisso, no caso de Kuti faltou ao Joe realmente pensar um bocado sobre a comunidade machista deste musico - como bem escreveu o Rui Eduardo Paes num texto no "a" maiúsculo com círculo à volta - independente de toda a violência que o Estado trouxe aos seus participantes. Nada é perfeito e os "normies" precisam ainda assim de abrir os olhos (e os ouvidos). Comprem para oferecer a um puto que saiba ler livros...
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