sexta-feira, 30 de junho de 2017

conversa fiada, jantarada vegan e barulho na DISgraça



Nesta festa contem com:

- Exposição "Collages" de João Francisco.

- Conversa com os autores do livro-duplo Corta-E-Cola / Punk Comix, Afonso Cortez e Marcos Farrajota com as intervenções de:

| José Nuno Matos foi vocalista de uma banda chamada Croustibat. Berrava mais que cantava. Hoje em dia é investigador na área da sociologia.
| Diogo Duarte toca e tocou em bandas, organizou concertos e escreveu em fanzines. Dificilmente alguma delas figurará numa história do punk-hardcore em Portugal. Iniciou recentemente um projecto de investigação sobre subúrbio, hardcore e straight-edge no Arquivo.pt . É co-autor do blog A Queda.
Nônô Noxx é fotógrafa, tradutora, crítica de música, operadora de imagem e co-apresentadora do programa Made of Things. Membro de colectivos anarco-feministas para além de fazer chorar os punks com a sua banda Malaise.

- Concertos de:

Presidente Drógado nem é presidente nem é drogado, é um gajo que se fosse presidente metia-se nas drogas. Está em alta neste ano em que lançou um vinilo com o melhor artwork de sempre e um tema na colectânea Punk Comix. Promete nesta noite apunkalhar o seu Folk sobre o que interessa na vida...

Scúru Fitchádu ("Escuro cerrado" em crioulo Cabo-verdiano) é o projecto a solo de Sette Sujidade, nascido em 2015 na margem sul. As influências directas de Tricky, The Prodigy, Bad Brains, Atari Teenage Riot, Ratos De Porão ou Tom Waits coabitam com os tradicionais colossos do funaná, Bitori Nha Bibinha, Codé di Dona ou Tchota Suari. Funana, Bassmusic, Punk Hardcore e Metal desaguaram naturalmente nesta sonoridade ao som da concertina e do ferro. O primeiro EP auto-intitulado no Verão de 2016 e prevê-se edição física para breve.

|||

Na Disgraça - Rua da Penha de França, 217B.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Esta é a razão porque as pessoas deixaram de comprar discos...


Dysrhythmia Pretest (Relapse, 2003)

A produção no virar do milénio tornou-se GIGANTE graças aos meios digitais que afectou tudo, da gravação à edição, da promoção à distribuição. Com tanta música acessível, muita dela sucedânea e derivada, deixou-se de fazer sentido ouvir discos inteiros como acontece com este disco. Ouvir um tema de Pretest chega. Até é fixe ouvir um instrumental Rock, agora, o CD inteiro é inútil e inócuo. A música não é má mas percebe-se que faz parte de uma época qualquer pós-net, que implica um encolher de ombros e uma colisão contra uma parede auto-imposta. É post-metal antes de se chamar assim, ou se se chamava, ainda era uma novidade em 2003 e a Relapse, grande e a melhor "indie" do Metal não dorme em serviço. Bom, se calhar é Math-Rock ou apenas seguidores dos Slint... 14 anos depois há tantos assim que mesmo ouvir os mais velhos da cena pouco adianta, o "post-metal" é a barreira musical mais lixada de todas. Como alguém me disse há pouco tempo, é música para músicos. Justica-se a esterilidade do género, é música dos Zombies que não se adaptaram aos novos tempos.

sábado, 24 de junho de 2017

Rocka - bílis


Suck Pump (Energy + Roadrunner; 1994) foi o disco de estreia dos Bile, banda de Metal Industrial de Nova Iorque na mesma sintonia dos Ministry ou KFMDM ou My Life With The Thrill Kill Kult. O que não faz deles propriamente uma imitação ou uma segunda divisão - quer dizer, até faz porque nunca conseguiram ter o impacto dos Ministry ou Marilyn Manson, coisa que teriam desejado de certeza. Infelizmente seguem o mesmo filão e com o (dev)evoluir da carreira só pioram pois não acrescentam nada de novo. Este deve ser o melhor álbum da banda porque ainda querem surpreender o mundo irritando-o. Aliás essa é ainda a maior característica das bandas Rock até aos anos 90, havia vontade de fazer coisas obscenas em palco ou em disco. Foi assim que os Black Sabbath criaram o Heavy Metal nos anos 70 ou os Big Black criaram o Rock Industrial nos 80...
Assim sendo entre samplagem parva há faixas de atrofio de estúdio como 9 minutos de Suckpump que parece uma ilustração de uma lavagem ao estômago - de certa forma esta atitude traz saudades dos discos mais psico dos Butthole Surfers - embora também signifique "um gajo que goste de fazer broches"... O prato principal é claro Rock com tratamentos Metal e electrónicos que permitem pé de dança e headbanging para todas as tribos urbanas (outra coisa ainda muito anos 90, as tribos urbanas), as letras são niilistas (Ura fucking loser) e escatológicas (Feeling like shit), há distorção em vozes e alguns instrumentos, tudo fixe na realidade, sobretudo há groove! Bom para passar numa discoteca!

MPT 2017


discos
Karlon : Passaporti (Fazuma; 2016)
v/a : Mojo Presents Pigs Can Fly (Mojo)
Van Ayres : Sorry Stars (ed. autor; 2016)
Mdou Moctar : Afelan (Sahel Sounds; 2012)
Ryuichi Sakamoto ‎: Illustrated Musical Encyclopedia (Virgin; 1986)

espectáculos
Billy Wilder : Sunset Boulevard (1950)
Sally Potter : Orlando (1992)
Artistas Unidos : A Estupidez de Rafael Spregelburd (24/01)
Manu Louis + Yves Tumor (Festival Tremor; 8/04)
Bob Fosse : Lenny (1974)



livros
Jesse Jacobs : They Live in Me (Hollow Press)
Susan Sontag : Ensaios sobre Fotografia (Quetzal; 2015)
Simon Reynolds : Rip it up and start again : Postpunk 1978-1984 (Faber and Faber; 2005)
Raoul Vaneigem : As Heresias (Antígona; 1995)
Samir Kassir : Considerações sobre a desgraça árabe (Cotovia)

revistas
Almanac for Noise & Politics 2016 (Praxis; 2016)
Cleópatra (Façam Fanzines & Cuspam Martelos), de Tiago Baptista
Wire
Raw Vision
La Revue Dessinée

sábado, 10 de junho de 2017

PUNK COMIX & Corta-e-Cola GO GO GO GO!!!!!!!!



Sai no 10 de Junho na Feira do Livro de Lisboa - pavilhão C39, fixem lá isso! - dois livros em um, ou seja um split-book, bem à punk!


No ano em que se “celebram” os 40 anos do punk em Portugal, a Chili Com Carne, em parceria com a Thisco, edita o (duplo) livro sobre este fenómeno: 


Corta-e-Cola : Discos e Histórias do Punk em Portugal (1978-1998) de Afonso Cortez 
Punk Comix : Banda Desenhada e Punk em Portugal de Marcos Farrajota.

Escrito a partir de um levantamento exaustivo de fanzines, discos e demo-tapes, ao longo de 256 páginas, os autores dissecam todo esse material para tentarem perceber como através de uma ética - do-it-yourself - se conseguiu criar uma (falta de) estética caótica e incoerente que hoje se identifica como punk. Através da produção gráfica desse movimento se fixaram inúmeras estórias - até agora por contar - de anarquia e violência; de activismo político, manifestações e boicotes; de pirataria de discos e ocupação de casas; de lutas pelos direitos dos animais; de noites de copos, drogas e concertos...

Corta-e-Cola / Punk Comix é ilustrado com centenas de imagens, desde reproduções de capas de discos a páginas de fanzines, cartazes, vinhetas e páginas de BD, flyers e outro material raramente visto.

E porque punk também é música, o livro vêm acompanhadas por um CD-compilação com 12 bandas de punk, rock ou música experimental actuais como Albert Fish, Dr. Frankenstein, The Dirty Coal Train, Presidente Drogado, Putan Club, Estilhaços Cinemáticos... As bandas ofereceram os temas, todos eles inéditos, sobre BD na forma mais abrangente possível, sobre personagens (Batman, Corto Maltese), séries (O Filme da Minha Vida), autores (Vilhena, Johnny Ryan) ou livros (V de Vingança, Caminhando Com Samuel). Alguns mais óbvios que outros mas tendo como resultado uma rica mistura de sons que vão desde o recital musicado ao Crust mais barulhento.






Volume -8 da colecção THISCOvery CCChannel publicado pela Associação Chili Com Carne e Thisco com o apoio da Zerowork Records, editado por Marcos Farrajota com o arranjo gráfico de Joana Pires. Capas por Vicente Nunes com 9 anos (Lado C-e-C) e Marcos Farrajota (Lado P-C) sacado da BD do disco Raridades (Zerowork; 2008). 256p 16,5x23cm impressos a 540U, capa a duas cores.

O livro é acompanhado por um CD que reúne faixas exclusivas de Grito!, Mandrake, Albert Fish, Melanie Is Demented, Dr. Frankenstein, The Dirty Coal Train, Putan Club, Presidente Drógado com Banda Suporte, FDPDC, GG Allin´s Dick, dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS e Estilhaços Cinemáticos (Adolfo Luxúria Canibal, António Rafael, Henrique Fernandes e Jorge Coelho). Devido a constrangimentos logísticos apenas os exemplares deste livro comprados directamente às editoras é que são acompanhados por um CD. No entanto, esta compilação, intitulada de Punk Comix CD (ZW057) pode ser escutada e descarregada futuramente e gratuitamente em thisco.bandcamp.com.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

EM DEFESA DO CINEMA S. GERALDO (BRAGA) - A DEMOLIÇÃO NÃO É ALTERNATIVA!


Pediram-me um vídeo gravado em tlm para apoio para impedir a destruição do Cinema S. Geraldo... como não tenho tlm fiz um desenho, espero que ajude! Quem quiser assinar a petição eis aqui o link

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Sobre Loverboy - por B.Monteiro (e-mail)

Enquanto leitor, não só espero que não se arrependa, como acho que se deve orgulhar. Houve ali uma malta que realmente baralhou e voltou a dar as cartas da ilustração por estas bandas - e, penso eu, tal aconteceu em parte porque este pessoal era sensível a argumentos políticos. Os anos 80 e 90 podem acompanhar-se pelas páginas destas ilustrações: sem esta sensibilidade política, acho que seria muito mais complicado ter uma visão tão cristalina e, ao mesmo tempo, tão ácida da sociedade portuguesa.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Balbúrdia TV 03: Erzsébet e Chili Com Carne


Marcos Ferrajota? Nem no Brasil acertam...

terça-feira, 30 de maio de 2017

Medo do escuro



Spectre : The last shall be first (Wordsound; 2016)

Spectre já é mais velho que a potassa (1995 já é muito lá para trás, meu!), grande cromo de Hip Hop na veia do Horrorcore que dispensa apresentações a não ser que se esteja morto desde... ehm... sempre? Neste 11º álbum serve-se de diálogos de filmes de série B, de assustador nada tem dado ao kitsch que naturalmente que esses filmes encarnam (encarnam, nham nham nham). Os beats tem o ritmo típico do Hip Hop, gingões demais para ser levado para um "Dark Side", mucho cool o suficientes para destruírem qualquer mais outro som que possa criar tensão. Soa a andar na grande cidade de headphones, tipo Ghost Dog (filme do Jim Jarmush), vestido de monstro das bolachas na noite de Halloween. Nada se altera com este disco...

PS - Sem relação com o "nada se altera", este disco podia ser a banda sonora para a inauguração da próxima exposição de Paulo Mendes - como comissário, na Galeria Municipal do Porto, dia 2 de Junho, Them or Us, tomem nota!

sábado, 27 de maio de 2017

O meu coração não é árabe


Muita polémica se gera sobre Muslimgauze, um bife que mistura música electrónica com excertos de música árabe. Defensor da causa palestiniana, o falecido Bryn Jones (o gajo detrás do nome) deveria ser só mais um parvinho autista - a julgar pela quantidade enorme de música que fez, cerca de 2000 músicas! - incapaz de separar o sentido de injustiça que sente pelo conflito Israel-Palestina do ódio anti-semita propagando pela Extrema Direita e o Islamismo Radical que mais do que uma vez se apoiam um no outro -Israel a financiar o Estado Islâmico, por exemplo. Pior de que Jones não ter uma causa humanista é ter tido um excesso de naïvité (ou falta de intelecto?) para confundir o anti-imperialismo com movimentos fascistas islâmicos, da mesma forma como o burro do Valete rapou numa faixa de 2004. Aliás, é um erro comum na Esquerda radical achar que alguns movimentos terroristas no mundo árabe ou do Terceiro Mundo são "cool" porque matam gringos, esquecem-se que se alguma vez estes grupos subirem ao poder, os primeiros da lista para o extermínio serão justamente eles, a malta de Esquerda. Enfim... 
Ouvindo Chapter of Purity (Tantric Harmonies; 2002) que reedita faixas de inicio de carreira, de 1985 a 1987, confirma-se que a música de Muslimgauze é chata e preguiçosa, Dub e electrónica ambiental sobre excertos orientais, em que se ouve mais multidões em fúria (manifestações sacadas da TV?) do que melodias hipnotizantes com cheirinho a kif - nem podia, um tema é dedicado ao "Santo" Jarnaii Singh Bindranwale que era contra as drogas. Valerá a pena explorar mais discos dele? Tudo neste CD de uma editora russa é manhoso, desde os temas que se intitulam de Hezbollah ao "artwork" pró-militarista típico dos merdinhas do Industrial Militar e Dark Folk. Ainda bem que Jones já deu o badagaio, deve ter morrido virgem e foi para o céu de Allah fazer das 72 prometidas para o suicida-bombista que cumpre o seu dever...

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Letra para uma banda Crusty

Em Agosto de 2014 escrevi uma letra baseada nesta fotografia:



teu cérebro é anónimo 
fala do Fawkes 
produto Hollywood 
e nada sabes do Moore 

metes a máscara 
armado em anti-capitalista 
palhaço do caralho 
"made in China" 'tá fora da tua vista


O título é P for Punheta... Os FDPDC aceitaram fazer a música mas mudaram a letra por questões de métrica e não sei o quê... Fará parte da colectânea homónima do(s) livro(s) Punk Comix / Corta-E-Cola a lançar dia 10 de Junho na Feira do Livro de Lisboa - stand C39 - pela Chili Com Carne e Thisco em colaboração com a Zerowork Recordings.

Só depois de tema gravado é que me lembrei que afinal é "made in Brazil" e pior é nem me ter lembrado disto:




quinta-feira, 11 de maio de 2017

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Também eu me rendi à riso

Mais foi porque me obrigaram, mesmo assim obrigado Zaratan!
Vai haver este cartaz em múltiplos assinados, numerados e todas essas paneleirices...

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Simon Reynolds : "Rip it up and start again : Postpunk 1978-1984" (Faber and Faber; 2005)

As maiores queixas que fazem deste magnífico livro é que as escolhas de Reynolds são solipsistas, feitas através da sua relação pessoal com esse período de ouro do Rock. Ora bem, entre o enciclopedista chato ou o académico puta, venha o Diabo e escolha. Por mim, um trabalho como este que abrange música tão variada e rica, de PIL a Duran Duran, Gang of Four a Chrome, Joy Division a ABC, 23 Skidoo a Talking Heads, Frankie Goes To Hollywood a Lydia Lunch, etc, etc, é um livro que merece ser lido e celebrado. E claro que o texto deve ser subjectivo. Viva a Humanidade, fora com os robots!
Seja como for, as acusações são injustas, tirando umas quatro ou cinco observações nitidamente pessoais - num livro de 500 e tal páginas - o livro é um trabalho profissional de critica musical, em que Reynolds soube acertadamente ir colocando temas / estilos / formas de capítulo em capítulo com uma cronologia possível, ou apenas uma progressão temporal, tarefa quase impossível quando temos dois países como os EUA e Inglaterra a revolucionar o Pop/Rock cada mês desde a morte do Punk básico dos Ramones e Sex Pistols. Como se sabe a vida e as carreiras de artistas ou das pessoas em geral não são estanques conforme as "grandes datas", Reynolds soube dar bem a volta. Para quem gosta de Rock e perdeu a esperança devido à "retromania" e derivativos deste século, eis seis anos do passado para descobrir e para no final dizer que "já foi tudo inventado" (not!!!).

domingo, 16 de abril de 2017

Ghostalking


Dois carros param no vermelho no meio de um deserto (um semáforo no meio de nenhures já é uma grande cena).  Num dos carros o condutor é um israelita, no outro é um palestiniano. Ficam ali parados, à espera do verde, a ouvir uma versão trip-hop-arabesca de I Put a Spell on You pela maravilhosa Natacha Atlas, talvez a melhor versão de sempre desta emblemática música de Screamin' Jay Hawkins (1929-2000). Reparem como a letra ganha contornos irónicos perante a javardice territorial-política daquela zona: I put a spell on you / Because you're mine / You better stop the things you do / I tell ya I ain't lyin' I ain't lyin' / You know I can't stand it / You're runnin' around / (...) I can't stand it 'cause you put me down / Oh no I put a spell on you / Because you're mine  / You know I love you I love you I love you I love you anyhow / And I don't care if you don't want me / I'm yours right now (...) Esta era a melhor cena do filme Intervention Divine (2002) do palestiniano Elia Sulelman.
Não sei porque raios só gravei metade da banda sonora original, em 2003 (?), para uma k7, toda ela é uma maravilha, ora mostrando alguns clássicos da música árabe como Mohamed Abdel Wahab ou Nour El Houda, novas estrelas Pop como Amr Diab, indies libaneses como os Soapkills ou ainda produtores electrónicos como Amon Tobin, Mirwais ou Marc Collin. Esta grande miscelânea de velho e moderno é uma joia. Compra-se isto nos dias de hoje por 3 euros, vale bem a pena...

sábado, 8 de abril de 2017

Já não fazia isto há muito tempo


Fotos de Vera Marmelo
A dobrar zines... felizmente os putos eram bem fixes e ajudaram imenso!
Zine do Tremor aqui

sábado, 1 de abril de 2017

Não é mentira...


O Seminário Banda Desenhada e Pensamento Político, através de obras de banda desenhada de autores portugueses (preferencialmente) e estrangeiros, procura debater temas e conceitos relevantes de um ponto de vista social e político. Estabelecendo um diálogo entre académicos, artistas, fãs de banda desenhada e público em geral, as sessões tocarão em assuntos como Corpo, Género, Cibernética e Transhumanismo, Cidade e Multidão, Utopia e Distopia, Totalitarismo... 

  Entende-se que a banda desenhada tem sido um meio privilegiado para a abordagem destes temas, muitas vezes de um modo vanguardista, experimentalista e independente, jogando com as potencialidades e limitações do próprio meio. Com este Seminário, que junta unidades de investigação da FCSH/UNL, UAc e FLUL, pretende-se valorizar a banda desenhada enquanto matéria susceptível de reflexão académica.

No dia das mentiras, entre as 16h e as 18h, na Zaratan (Lisboa) acontece a quinta sessão com o tema Cidade e Multidão com as participações de António Baião (moderação), José Smith Vargas e Marcos Farrajota.