segunda-feira, 16 de abril de 2012

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Azeiteiros

O Ghuna X deu-me um colhón de CDs mitras dele para trocar... Que monte de esterco! A minha vingança será terrível!!!

Começo pelo CD de promoção dos Dawholeechilada e do single Supersónica!! (Universal Spain; 2002). Os nostros hermanos tem o pior gosto do mundo ou se calhar os chineses até podem ter pior mas ao menos não os percebemos... Hard Rock com vocalizações rapadas do mais azeiteiro possível... e uma capa a imitar os "comic-books" da Marvel. Tanto desperdício de recursos para 3 minutos e 1 segundo de música imunda...

Pior é o norueguês Egil Olsen e o álbum nothing like the love i have for you (IKNOWWHATYOUDIDLASTRECORDS; 2009) uma espécie de Badly Drawn Boy com letras rídiculas que se podem desculpar para rapaziada com menos de 20 anos mas não para um gajo na casa dos 30. A nossa sociedade há muito que sofre o terrível Sindroma de Peter Pan mas ao menos conterrâneos seus queimaram igrejas, massacraram comunas e outros poemas... Olsen, seu merdas, pega na navalha e vai matar um bófia, vai!

E o que dizer de Fevertech? When junk has a [entra uma imagem de um coração] (2005) é uma bosta electrónica de breakbeats, electro e batidas de mau-gosto, confusão de identidade e sobretudo de ego obtuso que não sabe quando um disco deve chegar ao fim... Não encontrei a capa do disco porque nem me esforçei para tal... que se lixe!
...
Mas onde o gajo X arranjou esta porra toda?

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Farçolas


Mouse On Mars : niun niggung (Sonig / Rough Trade; 1999)

Ouvir este CD é como ver um "mico-leão dourado" - nome que se dá no Brasil para o bicho da capa do disco - a atravessar campos de golfe à procura de fruta, ou a entrar num campos de ténis para caçar pássaros, ou a visitar estufas para deglutar insectos, a escancarar galerias de arte coentemporânea com aquelas instalações kitsch para comer lagartos ou a nadar numa piscina pública da RDA para jogar badminton, entre várias outras hipóteses de uma vida misturada de vídeojogo, ambientes artíficiais e restos mortais de texturas analógicas.
A edição norte-americana tinha uma capa diferente bem como o "set" das músicas, não se sabe bem porquê... Talvez porque o disco é o que é, pós-techno e IDM de um projecto que não tem rival ainda nos dias de hoje. Claro que é um disco que se deve ouvir em momentos especiais, só não sei quais... hum, talvez durante e depois de uma experiência homossexual com alguém de Marte?