segunda-feira, 16 de julho de 2007

Marcos Simpson... quem?


Crime Creme passou-se e diz que este é o Marcos Simpson... go figure! Na verdade o que se passa é que podem criar "avatares simpsons" no site. É divertido "desenhar" uma pessoa conhecida!

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Type O Negative ... Tinariwen ... Mudhoney || COLISEU ... S. JORGE ... O CULTO


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Inédito

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No Periquito descobri os logotipos de alguns movimentos terroristas!

quarta-feira, 4 de julho de 2007

A sample(r) story

Tenho-me esquecido de fazer resenhas a revistas de música acompanhadas de CD's por motivos pessoais e profissionais - ou porque já colaborei nelas ou porque colaboro actualmente. Por isso invés de criticar as revistas ou até a qualidade geral das colectâneas aproveito apenas para divulgar as bandas que não tem culpa de nada, até porque já se sabe que este tipo de CD tem sempre altos e baixos no seu interior. Ou porque são demasiado especializadas (e pretendem agradar nichos de mercado) ou porque dependem das apostas das editoras que pagam as suas participações.
Da "bíblia dos metálicos", a britânica Terrorizer vêm sempre a colecção "Fear Candy" cujo número 39 apesar do Death brutal dos Aborted e Abscess o que fica na memória são os Unsane que regressaram este ano via Ipecac 4 anos depois do último de originais. Também da mesma editora os Hella destacam-se pela sua epilepsia rítmica mas percebo que seja demasiado Emo para convencer seja quem for.
O Entulho Sonoro 2 mantem a biodiversidade do número anterior divulgando o melhor que cá se faz como os regressados Capitão Fantasma, os divertidos "white-trashers" Clockwork Boys (devia ter feito uma tira do concerto que vi no Natal!!!), os industriais Waste Disposal Machine (a lembrar Ministry - desconfio que não devem ser muito bons se esta comparação apareceu assim tão facilmente) e Kronos (sem dúvida os mais originais neste volume); e do pior do que se faz e aí. E é há muita coisinha má sobretudo na cena Hardcore e Punk, para não falar das ridículos Dr.Salazar e Hyubris - que acreditam em Fadas!!!! Hohohohohohohoho
Da Elegy que já me safou uma vez tem havido CD's de qualidade medíocre (o penúltimo era uma desgraça Dark-francófona), razoáveis e realmente bons, como o número 44 com Depeche Mode, Alien Sex Fiend (outro regresso mucho fixe!), Knut (remisturado por Dälek), My Dying Bride,... acabando com Rock bêbado (?) de Pere Ubu. O mais recente CD é estranhamente (Dark) Pop inexpressivo a não ser as faixas de Dälek e Jesu - projecto de um tipo de Godflesh pegou no que havia da banda e meteu uns psicadelismos My Bloody Valentine por cima, interesante embora alguns álbuns de remisturas Dub dos Godflesh já tinham estas texturas. De resto, até os grandes Skinny Puppy desiludem.
Merda, falta-me escrever sobre a Wired de Dezembro mas já foi há bué e que sa-foda todos aqueles projectos de barulhos estranhos... ok, tem sempre coisas boas para ouvir, pode-se comprar sem medos! No mundo myspace, vale a pena consultar Orgasmo Renal e Catarro - vieram nos amigos do Dark Phalo e MC Satânanás. Portugal 'tá todo fodido!

Diário Boys

Apesar de não me ter metido ao barulho quando foi feito o Dossier sobre os Tédio Boys pró Underworld - dei só a ideia. A dada altura o pessoal da revista andava à procura de "memorabilia" da banda e encontrei por acaso estes desenhos das poucas vezes que os vi. Curiosamente foram concertos emblemáticos: o dos famosos frangos a taparem a genitália em Coimbra (1995) e a javardice na FuNAC do Colombo (1998). Há mais coisas destas nos meus diários gráficos, quem sabe com o tempo vou publicando por aqui.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

CIA info 33.0

Eis o desenho "original" de uma ilustração que fiz para um artigo sobre "música e anarquia" a sair na revista Umbigo #21.

Esta é a versão digital, ou seja, limpa, corrigida e reduzida a preto e branco... será isto que irá sair na revista ou o gráfico vai-se armar em esperto?

E armou-se! Mas sinceramente gostei do resultado! Aliás, para dizer a verdade são as únicas páginas que gosto de toda a revista. São as únicas que tem um Design simples & funcional & legível! Pode-se dizer que tive muita sorte a julgar pelo horror do resto da revista...

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Vinilo laico

Uma rapidinha sobre as aquisições na última Feira Laica que por acaso eram espólio do O Poeta e do Opuntia. Por acaso os tipos livraram-se de coisas bem fixes como Dark Recollections (Necrosis / Earache; 1990) dos Carnage, álbum seminal do Death Metal Sueco, uma verdadeira loucura underground nos anos 90. O tempo não perdoa e parece que já ouvi tanto Death que não aqui nada de surpreendente, por isso prefiro ficar como referência os anti-cristo Deicide, os escatológicos Cannibal Corpse ou os narco-satânicos Brujeria. [3,5; levo prá Troca de Discos para fazer ambiente e trocar porque não vou ter gira-discos para passar... pena!]

Uprising (Tuff Gong / Island; 1980) de Bob Marley & the Wailers é um disco "terminal" - foi o último álbum de estúdio de Bob antes de morrer no ano seguinte. Álbum de Reggae de qualidade não fosse um álbum do Bob, encontra-se cá Redemption Song, uma das faixas mais emblemáticas e fora do âmbito do Reggae por ser meio Folk - terá sido por isso que foi anos mais tarde versionada pelo Johnny Cash? [4; bom para ouvir à tarde ou a desenhar]

Com a capa toda fodida (adivinhem de quem era o disco?) outro clássico: o quarto álbum (Atlantic; 1971) dos Led Zeppelin, imortalizado pelo famoso tema Stairway to heaven mas também pela estranha capa que nada diz: nome da banda, título do álbum (não existe), créditos e afins... só quatro símbolos que representavam estes outros fab four. Um dos álbuns mais vendidos de sempre a 1€ e essêncial p+ara qualquer "alternativo" para entender o Hairway to Steven (Touch & Go; 1988) dos Butthole Surfers, hehehehe [5; mas o que faço com aquela capa toda fodida?]

Mais clássicos: os Mahavishnu Orchestra eram uma banda Jazz-Rock e que tem Birds of Fire (Columbia; 1973) um magnífico segundo álbum. Cheio de energia e textura vindo de cinco virtuosos que aproximam o Rock, o Jazz e a música indiana. A orquestra era liderada pelo famoso guitarrista John McLaughlin antes de ser conhecido pelas secas. Um clássico é um clássico, e vice-versa, muito imitado mas poucas vezes batido. [4,5;...]

Mais recentes mas clássicos na área da Genitália-Juvenália, vulgo, Grind em duas estreias, ambas da Earache quando a editora fazia juz do nome: Lawnmower Deth com Ooh Crikey It's... Lawnmower Deth (1990) e O.L.D. com Old Ladies Drivers (1988). Bandas que reflectem bem a juventude alimentada com junk-food, filmes Gore e falta de respeito pelas instituições sociais e humanas.

No caso dos Lawnmower Deth são mais Trash e Death com letras tão imbecis sobre a clínica Betty Ford: «I can't help it, I'm not pure But Betty Ford's will have the cure. Alcohol, at Betty Ford's / It's cost me loads of money, Money I could have blown, On buying loads of heroin» como sobre hábitos britânicos no Pub - ou melhor porque se luta num Pub? Simples, Did You Spill My Pint? Inesquecível uma faixa Death com a vocalização à Pato Donald! Parece que no terceiro álbum (em 1994) deram numa de Punk (melódico?) e foram esquecidos para sempre. Pena? [3,7; este não vou largar tão cedo!]

Os O.L.D. são dos E.U.A. e é Grind puro e duro. Nas suas fileiras estava James Plotkin com cara de puto (porque era) antes de ser um cromo de música eh... Noise? - Ex.: Phantomsmasher (Ipecac; 2002). Aqui é o primeiro registo de Plotkin com mais dois metálicos de gema, que deviam-se vir feitos tontos com faixas como Lepers Without Feet ou Special Olympics - recuso-me a citar as letras, hehehehehe Xungaria barulhenta da boa com uma excelente versão de Cocaine (Eric Clapton). Estes é que eram tempos sem perseguições politicamente correctas e de música extrema e rápida como depois deixou de haver - voltou com a cena Breakcore? [3,6; vai ficando até arranjar melhor, tipo, um vinil de Anal Cunt!?]

Por fim, quanto a Towards Thee Infinite Beat (Temple; 1990) dos Psychic TV é um álbum que usa a estética Acid - tal como muitos que sairam na altura: "In Gorbachev We Trust" dos Shamen, para não falar dos KLF ou dos 808 State -mas com aquele "twist" do Mr. Genesis P-Orridge & cia. Letras niilistas, sons étnicos e a veia experimental no meio das batidas Rave UK. [3,5; ...]

Por este lote de discos que não ultrapassaram os 4 Euros cada - alguns a 1€! - é caso para dizer que vale mesmo a pena ir à Laica! Auf Auf!

domingo, 17 de junho de 2007

CIA info 29.6

Finalmente já vi a revista Elegy Ibérica (a versão portuguesa - ainda não via a espanhola!) que começa a publicar a série de bd "Psycho Whip", por DJ GoldenShower no argumento e JCoelho no desenho que se juntam outra vez após a boa experiência da bd "NM3" no último número do zine Mesinha de Cabeceira.

Psycho Whip é uma série que mostra episódio a episódio fragmentos de memória / experiência sobre o mito de uma misteriosa banda Industrial que ninguém sabe quem é, quem são os seus elementos pois mudam de "visual" e pessoas a cada performance ao vivo.
A impressão está um bocado escura - ao que parece o mesmo já não acontece com a espanhola segundo o simpático editor Pedro Novo que conheci este fim-de-semana no V Encontro de BD de Sto. Tirso. E talvez a legendagem venha precisar de ter um tamanho maior...
...
DJ GoldenShower na verdade - atenção, atenção - não é um DJ mas sim um unDJ!!! Escreveu para o Entulho Informativo e actualmente faz uma tira de bd sobre discos para a Free! Magazine (Finlândia). As suas relações com Marte (autor de bd e criador do famoso Loverboy) são... eh... no mínimo incestuosas! Whatever... E o JCoelho editou o zine Vertigens nos anos 90 do século passado, trabalha em publicidade e só o ano passado que regressou à bd com o livro colectivo Virgin's Trip (El Pep; 2006) e no zine Mesinha de Cabeceira Popular #200 (Associação Chili Com Carne; 2006). Prepara com Lacas um álbum para o mercado franco-belga.

Concurso público

The Far Side of Emptiness / Vysehrad (Industrial Pt; 2007)

Eis um promo-CD oferecido no último evento do Industrial PT, desta vez afastada da paneleiragem mental do Techno & EBM das outras festas organizadas. Embalada numa simples folha A4 dobrada de forma inteligente (a lembrar as produções da editora DIY francesa Facthedral) a rodela CD-R trás 30 minutos de música Ambiental e de espectro Noise.
As duas primeiras faixas são as mais barulhentas de The Far Side of Emptiness e as três últimas são mais ambientais por Vysehrad (que ainda leva com um chapéu ao contrário no "s"). Os ambientes gerados longe de serem inéditos (go to Coil, Psychic TV, etc...) e apesar de se manterem nas franjas da negridão habitual do pessoal do som Dark (que insistem em não escutar no verdadeiro som negro do Dub e derivados) não chegam a enjoar ou a enojar. Talvez porque as músicas não sejam pretensiosas ou porque tem um músculo qualquer de locomoção próprio... a seguir!

Qualidade numérica: 3,7/5 Objectivo pós-audição: oferta ao primeiro cyber-leitor que souber responder à seguinte pergunta: "Em qual revista de música que sairá a série de bd Psycho Whip do DJ GoldenShower e JCoelho?"

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Festa CCC com unDJ GoldenShower || CARPE DIEM BAR


Goldie, digo, GoldenShower vai voltar ao Encontro de BD de Sto. Tirso, dia 15 de Junho no Bar Carpe Diem em que haverá uma Feira de Zines, pintura mural (c/ Jucifer) e oferta de livros da CCC.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Guillaume Bara: "La Techno" (Librio Musique; 1999)

Livro de bolso escrito em francês, sacado ao Escroque numa Feira Laica, e que se lê numa viagem para Barcelona - é-verdade-é! vamos a levantar vôo e lá vou eu a ler o capítulo sobre as festas gays em Detroit. Com este livrinho ficamos com as bases de onde e como surgiu a música Tecno, a sua importância na recriação da música (uso de material pre-existente, samples, white-labels, ética DIY, estúdios caseiros) e do seu impacto cultural e social - como foram as Raves nos anos 80 do século passado.
Um livro de bolso não precisa de ser incompleto e leve mas é o caso deste apesar de complementado com um glossário, uma cronologia e uma bibliografia. Por outro lado, um livro de bolso pretende-se que seja um divulgador de cultura de forma popular - leia-se, a preços baratos - e como dizia um francês qualquer «mais vale ler um livro mau do que nenhum». Agora que já li este título, volta ele a 1€ para a próxima Feira Laica a decorrer 23 e 24 de Junho na Bedeteca de Lisboa.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

os portugueses estão a ficar civilizados?

deboleia.com
sim, um serviço online para combinar boleias...

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Forty Part Motet || MACBA

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Inédito

segunda-feira, 14 de maio de 2007

DEA report on "Troca de Discos || PUREX"

2 leitores de CD e gira-discos!!! Casa cheia e animada!!! Assim sim, vale a pena por som (actividade que este vosso humilde unDJ pouco tem feito este ano). Para completar o ramalhete foi uma Festa de Troca de Discos inserida no Festival Internacional ADD-WOOD 2007 que aconteceu ontem no Fufex, perdão no Purex. Serviu de desculpa para inaugurar estas jornadas (noitadas será o melhor termo) de mau-gosto e arte falhada...

A festa não foi tão falhada como isso porque consegui trocar discos com duas pessoas (nada mau considerando que quase ninguém alinha neste projecto) livrando-me dos vinílos dos Beaver Brothers (muito apropriado para o sítio) e o animal do Lymal (o LP que tinha o famoso Neverending story) e em troca ter ficado com seis singles, três de Pop dos horrorosos anos 80 e uns "vintages" bem giros. Do Pop piroso: Matt Bianco (Don't blame on that girl, 1988 - o lado B é indiscritívelmente mau e sem relação como o Pop latino de Bianco), Silver Pozzoli - nem sabia que era ele que cantava o vomitante Around my dream (1985), felizmente o lado B é instrumental - e mais uma escrava branca dos produtores Stock e Aitken, uma tal Hazell Dean (They say it's gonna rain, 1985). Como é óbvio, estes singles estarão prontos para serem trocados nas próximas festas de troca de discos.

Quanto à secção vintage a escolha foi pelas capas como a dos holandeses Hotcha Trio, um trio de "divertidos gaiteiros" mas «com acompanhamento ritmíco» como está explícito na capa. Fazem raposódias de temas de Cole Porter e outros e de divertido nada tem - não há nenhuma correlação com Spike Jones - mas o Jazz/Swing e agradável de se ouvir. Tal como é a edição francesa de Daddy Long Legs (Papa Longues Jambes) de Ray Anthony que na contra-capa até ensina a dançar o primeiro tema (Sluefoot) com esquemas e instruções. Também pela capa mas já sabendo do que iria ouvir foi Hawaiian memories, vol.2 (Coral Records) de Danny Stewart and his Islanders - o título e o nome da banda dizem tudo! Muito fixe! Valeu a pena esta festa!!!

Por fim, devo dizer que a noite foi eclética como sempre (HipHop, Rock, Electrónica) e para fechar a noite até houve Heavy Metal xungoso dos W.A.S.P. e Judas Priest - Painkiller é sem dúvida um grande tema e também a única coisa de jeito feita por estes anormais. Não fui expulso da cabine como esperava... Também, a organização não esperava que a música fosse tão boa (modéstia à parte) e talvez este seja um erro generalizado de quem pensa que estas festas sejam de "música má". O facto de querer despachar discos que já não oiça ou não goste, não quer dizer que o som incorporado nas rodelas seja kitsch ou ordinário, certo?

[disco de Beaver Brothers ao fundo... já perceberam porque tinha este LP?]


[golden all gear in action... fotos de jucifer]

terça-feira, 8 de maio de 2007

OuDiPo

DJ Krush: "OuMuPo, vol. 6" (0101 / Ici d'ailleurs; 2006)

1. E porque é que os críticos são sempre considerados artistas falhados!?
2. Nesse caso - "se temos a fama ao menos que tiremos o proveito" - venho aqui FUNDAR a OuDiPo (ouvroir de diffusion potenciel), movimento criativo congénere do OuLiPo (seminal neste tipo de abordagem e dedicado à literatura), OuBaPo (bd fundado pela L'Association) ou OuMuPo (Música).
3. Tal como o OuLiPo fundado nos anos 60 do século passado em que se criaram exercícios literários baseados em restrições matemáticas (trocar o substantivo de um texto pelo respectivo sétimo substantivo encontrado no dicionário) também se pretende que se deve explorar novas formas de divulgar / criticar objectos artísticos (discos, livros, peças de teatro, filmes) segundo uma constrição. Alguns exemplos de exercícios já realizados por aqui: escrever com se fosse de outra nacionalidade, usar os tradutores automáticos, misturar o texto de forma aleatória, escrever em modo de futurologia, roubar crítica de outro e mudar algumas palavras, fazer uma pastiche, ...
...
a) As editoras (de bd) L'Association e (de música) Ici D'Ailleurs juntaram-se para este plano ambicioso de lançar uma colecção de discos com bd's em que são usados parâmetros Ou-X-Po, mais concretamente OuMuPo e OuBaPo.
b) Assim os Dj's e/ou productores de música tem 42 minutos para pegarem no fundo de catálogo da editora (devem usar pelo menos 5 artistas do catálogo) para remisturar / recriar música, entre mais outras pequenas restrições - podendo também o artista criar as suas.
c) «e então?» perguntam vocês... bem, nada de especial... eis um CD que se ouve bem como muitos outros da Electrónica dos anos 90 (Filia Brazilia, Kruder & Dorfmeister) em que o HipHop e o Dub chamam-se TripHop sem impressionar mas também sem irritar (e isso já é uma arte em si!). É um som para o sofá burguês ou para trabalhar no computador numa profissão liberal qualquer como por exemplo ade crítico de música...

Qualidade numérica: 4/5 Objectivo pós-audição: guardar pela curiosidade do projecto...