



Os graffitis no Forte Prenestino quase lembram os azulejos portugueses. Os azulejos da casa-de-banho na bela casa dos organizadores do Crack contavam histórias de Lisboa... o pessoal droga-se!
Fundado por Pedro Brito e Marcos Farrajota em 1992, este zine de BD é um projecto mutante que começou em fotocópia, passou pelo "perzine" (com as autobiografias de Farrajota), monografias (Nunsky, Isabel Carvalho, Mike Diana, André Lemos, João Maio Pinto) e edições colectivas. Desde 2021 que voltámos às bases, publicando monográficos de novos talentos, projectando-os prá praça pública.
Sexta-Feira, às 20h: vai para o "ar-virtual", cortesia da famosa Rádio Zero, mais uma emissão do Invisual, um programa que pretende divulgar as promíscuas relações entre a banda desenhada e a música.
Sexta-Feira, às 20h: vai para o "ar-virtual", cortesia da famosa Rádio Zero, mais uma emissão do Invisual, um programa que pretende divulgar as promíscuas relações entre a banda desenhada e a música.
Na simpática Feira do Livro Anarquista, comprei ao desbaratos dois CD's a um bacano da Via Óptima (grande editora de livros!) por dois euritos: "The Compassionate, The Digital" (Grievous Amalgam; 1996) dos God Complex, uma banda de irmãos gótico-EBM's que usam óculos escuros e misturam batidas electrónicas com guitarras metalizadas perseguindo os moldes de KMFDM e um certo electro-industrial tipificado nos EUA numa massacrante falta de originalidade, tanto que para encontrar algua coisa da banda ainda tive de dar muitas voltas ao Google. A voz lembra o tipo dos Metallica, o que não vem ajudar em nada porque odeio essa banda. Comprei porque gosto de bandas com o nome de "God qualquer coisa" e prontos,... banhada!
Às 20h: vai para o "ar-virtual", cortesia da famosa Rádio Zero, mais uma emissão do Invisual, um programa que pretende divulgar as promíscuas relações entre a banda desenhada e a música.
Quarta às 16h o Invisual vai ao programa dos Bandidos Desesperados &&& Sexta-Feira, às 20h, os Bandidos Desesperados vão ao Invisual! Tudo isto cortesia da famosa Rádio Zero!

De quem tenho MESMO que falar é do Melanie is Demented e o álbum de estreia Unleash destruction with precision in 1st person view mode (Wormfood; 2007), banda / projecto de um puto sueco. Só pelo CD dele valeu a pena ir a essa terra dos bimbos que é Estocolmo... imaginam Mr. Bungle em versão "bedroom punk"? Há partes da voz que lembra David Bowie tanto como outras lembra Butthole Surfers (do início), enquanto que a parte instrumental rockeira usa uma caixa de ritmos (que de vez enquando salta para o Hip Hop ou Drum'n'Bass) e guitarradas bastante variadas. As letras são cantadas em inglês e tratam de assuntos endérmicos de quem escolheu o Rock como expressão criativa - havendo uma série de bocas ao negócio fonográfico oua bandas atrasadas-mentais. Há uma voz feminina que vai aparecendo nas 20 músicas deste CD que aumenta a diversificação do som do projecto. História gira, na mesma manhã que percorria Estocolmo vi um autocolante de um gajo com ar estúpido com uma racha entre os dentes de meter inveja à Madonna (não resisti a digitalizar essa imagem). Por acaso não fixei o nome do sítio que fazia publicidade, pensei que era mais um designer armado em artista street... à tarde, o "Melanie" apareceu, apresentou-se, depois de comprar um Sourball Prodigy (bom gosto, hein!?), como músico sem guita que curtia trocar o CD dele por outro (dos [f.e.v.er.])... sinceramente, acho que fiquei a ganhar!
Comprei porque era barato - foi em segunda mão tal como foi Rebegin (Invisible; 1997) dos Tribes of Neurot, o projecto freak dos poderosos Neurosis que mete inveja a qualquer freak! Os Neurosis para além de serem a banda mais copiada pelo Metal nos últimos anos - chamam-lhe de "Post-Metal" a uma série de secas monumentais editadas por aí, inclusive pela própria editora dos Neurosis sabe-se lá porquê -, dizia, os Neurosis a dada altura começaram a desenvolver discos de música fora do formato Rock, mais "ambientais" e "experimentais". A esses discos criaram a identidade Tribes of Neurot em que existe uma assumida política de participações externas para criar outros sons - o projecto depois desenbocou pelos vistos na criação da editora com o mesmo nome. Este álbum, originalmente editado como dois EP's temos uma faixa de 20 minutos dedicada ao Sol e mais quatro faixas de 5m (em média) dedicadas aos Quatro Elementos (Terra, Ar, Fogo e Água). Não foge a um modelo de Dark Ambient / Industrial com os Loops & Drones, em que poderíamos comparar a Deutsch Nepal e afins, mas os Tribes of Neurot têm um espírito próprio que vale a pena continuar a ouvir, nas deambulações de precurssões tribais acompanhadas por intervenções Noise e samples ou efeitos electrónicos estranhos o suficiente para criar mundos. Vale a pena descobrir esta tribo...
Sexta-Feira, às 20h: vai para o "ar-virtual", cortesia da famosa Rádio Zero, mais uma emissão do Invisual, um programa que pretende divulgar as promíscuas relações entre a banda desenhada e a música.