poisé cara, o esloveno Jakob Klemencic - que participou no Mezinhá dxi Cabiceirá Pôpulâ #200 - vêm mais uma vez a Portugaú! Ao Festivaú dxi Quadrinhos dxi Beja, cara! Pô! Por causa do Greetings from Cartoonia, cara! Vai sê legau! Organizadu pela Xili Com Carne e tudo!
sábado, 29 de maio de 2010
mano Jakob em Beja, cara!
poisé cara, o esloveno Jakob Klemencic - que participou no Mezinhá dxi Cabiceirá Pôpulâ #200 - vêm mais uma vez a Portugaú! Ao Festivaú dxi Quadrinhos dxi Beja, cara! Pô! Por causa do Greetings from Cartoonia, cara! Vai sê legau! Organizadu pela Xili Com Carne e tudo!
sábado, 22 de maio de 2010
Badocha Park
Este foi o infeliz resultado de ter ido ao Anicomics... A cena Cosplay é realmente algo bizarro e infantil - em último caso, defensável, quando os fãs vestem-se com roupas e acessórios feitos por si mesmos num espírito próximo do D.I.Y. Mas realmente, quem é que se quer vestir como uma personagem de bd ou desenho animado? Porque raios alguém quer ser idólatra da Cultura Pop? Até que ponto o Capitalismo já se tornou tão poderoso? Crianças gordas, enchidas a MacDonalds e vazias de Ego? O mais irónico disto é que os mais bem mascarados eram os putos que tinham dinheiro ou que eram bonitos, se estes miúdos vestem-se assim para se sentirem bem... Então devo dizer que devem ter ficado com inveja de dimensões bíblicas quando chegou a princesa-qualquer coisa (uma miúda linda com um vestido extravagante - não apanhei foto dela para não alimentar o seu ego parvinho).
Momento especialmente mau: passei quase uma hora a pensar de que estariam vestidas as miúdas (!) da ante-penúltima foto! Caramba, até pensei que elas nem se tinham vestido de forma muito especial... Que fossem umas xungas que meteram uma perucas só naquela de participar por participar... De repente, lembrei-me! Eram os "hermafroditas" Andróides 17 e 18 do Dragon Ball Z - com 100 quilos em cima, claro! Zeus!!! Estou a ficar velho-rabujento? Para a próxima visto-me de Tartaruga Genial!
Os Andróides 17 e 18 em animação seguido das mesmas personagens com o Kriilin em Cosplay com os quilos certos...
quinta-feira, 20 de maio de 2010
fummetti carismático
entretanto os mamados do Porto fizeram variações do cartaz sem ninguém pedir, das duas uma, ou curtiram bastante ou odiaram ao ponto de melhorá-los como o "simétrico-mutante" dos Gaijos da Mulen ou o Black Metal fooodidooo da Latrina do Chifrudo! Agora sim tão lindos!!!Na rua, alguém também não ficou satisfeito com o cartaz e acrescentou rimel laranja ao olho da tipa! Muito bem!
Nada bate xungaria britânica




Ainda tinha escrito há pouco tempo sobre a Dodgem Logic e já arranjei o segundo número, que confirma que o projecto é um poço de incertezas e de "lugar nenhum", para não dizer que é mesmo uma grande merda... em 40 páginas a cores muito bem impressas aproveita-se quatro páginas escritas por Alan Moore sobre a Anarquia e outras quatro sobre o movimento "Pós-civilização" de Margaret Killjoy - este último mais interessante. Depois disso é um vazio de ideias sem rumo e estéticamente penosa. Se a ideia é fazer uma revista neo-apocalíptica "light" falta-lhe garra e radicalismo. Fica-se a pensar que o Alan Moore meteu a pata na poça. Até o comic-book que é oferecido - cada número da revista é oferecido algo - é uma bela trampa, trata-se de uma bd escrita e desenhada por Moore autor, e que parece uma máquina do tempo que regastou uma bd underground dos anos 60. O gajo até desenha bem (fogo, há alguma coisa que ele não faça bem? Há: Dodgem Logic!) mas o tema é tão imbecil que nem parece Moore... O homem está a esconder jogo? Está a prepara alguma que não se percebe à primeira vista? Ou está a precisar de pénis? Ou precisa de Pénis Assassino? Exacto, não gastem dinheiro com esta revista, querem "lobal" à séria? Comprem antes o livro do Janus!
Outro pedaço de bosta é a Metal Hammer, revista de Heavy Metal que comprei recentemente para actualizar-me do que se passa pelas franjas do Metal. Agradeço os autocolantes de Iron Maiden (fixes para fechar envelopes e cartas), não agradeço as páginas de imprensa "teenager" (os textos são atrozes) e quase que agradeço o CD que na realidade foi o que motivou a compra da revista. Nele há os clássicos e dados adquiridos, claro, como Soulfly (numa curiosa incursão ao NWBHM), Dillinger Escape Plan, Cathedral e Dark Tranquillity, e alguns barulhentos Bleeding Through, Mutiny Within, Apollyon e Cancer Bats mas o resto é uma paneleirada que não se percebe porque faz parte de uma revista de Metal! Mas tudo concentrado e esprimido nada há que faça admirar - a não ser talvez Astrosoniq, uma psicadelia que lembra os momentos freaks dos Black Sabbath com uma electrónica por debaixo. Ainda assim nada de outro mundo... É por isso que estamos no final do mundo? Sem Metal mais vale morrer!
terça-feira, 18 de maio de 2010
Part'a-cara-toda!


domingo, 16 de maio de 2010
Culto da personalidade

os mitras do bairro sabem de instalação e arte contemporânea
sábado, 15 de maio de 2010
Xadrez chinês

os peões parecem pilas, os bispos são mesmo pilas, faltava um peão (substituído por uma moeda de um cêntimo), as peças brancas são cor de rosa - são mesmo pilas! - custou 2,5€, tabuleiro magnético, made in china, vendido no chinês. porquê? porque dexei cair o meu outro tabuleiro ao mar, se encontrarem peças de xadrez a dar à costa são minhas - recuperei um cavalo e dama (peças pretas). obrigado. M
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Lepra ingrata
Era para ser um desdobrável que estaria enfiado numa bolsa de plástico de CD mas tive de refazer tudo em menos de 24h porque afinal passou para uma embalagem de cartão de CD que terá uma tiragem limitada de 333 exemplares para a edição em vinil do disco. Colocou-se o Photoshop em serviço do Panque do Senhor e a três pancadas ficou como ficou - pelo menos está bem impresso!
terça-feira, 4 de maio de 2010
What democracy?

Este disco é prova disso quando os portugueses Decreto 77, os eslovenos Red Union e os galegos Ultima Sacudida cantam todos em inglês, o que os fazem tão originais como três fãs de... ehm... Errol Flynn???? Excepção para os Albert Fish que versionam Puto da Rua (dos Opinião Pública, banda velha tuga de... punk) que faz uma diferença para quem não está a fim de ouvir a enésima canção punk gravada no planeta. Nem sei porque me dou ao trabalho de escrever sobre isto... AH! por causa talvez do gajo que desenhou a capa e afins do disco - o EIS! que é um velho colaborador do Mesinha de Cabeceira quando assinava com o seu verdadeiro nome que não posso revelar por causa dos Skins Neo-Nazis (?). Desenhava melhor o gajo nessa altura antes de se meter com computadores e degradés foleiros... Os punks não sabem o que fazem...
terça-feira, 27 de abril de 2010
Alan Moore (ed.): Dodgem Logic #1 (Knockabout; Feb'10)
Um fanzine do Sr. Alan Moore? Moore o argumentista de bd que segundo se diz, Deus deu a ele 90% da inteligência da humanidade e espalhou os outros 10% ao resto da população? O homem que tem reinventado à paisana a cultura popular? Que excelente notícia quando apareceu anunciado aqui e ali pela 'net fora.Ao que parece o título é o projecto era um desejo que o Moore não conseguiu fazer em 1975 quando tinha os seus 20 e tal anos. Hoje com 56 anos e senhor de família, cumpriu o sonho juvenil criando um projecto híbrido e "lobal" ("local" + "global") que se centra em Northampton (terra de Moore) mas com abertura para o mundo.
Têm artigos de vários assuntos (imprensa alternativa desde o séc. XIII, o falhanço do feminismo, como viver sem comprar nada), bd's infográficas de como plantar um jardim sem ordens municipais, receitas de culinária (que os ingleses bem precisam!), um "retro-scene-report" da música da cidade (acompanhada por um CD, Nation of Saints) e alguns psicadelismos fazem a edição num estado de caos gráfico e de qualidade variável dos trabalhos. Poderá ser enervante porque se esperava algo mais "pesado" vindo do quem vêm mas há uma "desculpa", ou melhor, uma linha editorial que justifica tudo: «colidindo ideias para ver o que acontece».
Ainda assim, não se chega nem à literatura "light" nem tanto ao experimentalismo, fica-se num limbo - e como tal sem piada ou convicente. Talvez num segundo número a coisa siga outro rumo, depois da "colisão".
O CD que acompanha a revista falta-lhe informação par situar as bandas, a maior parte delas desconhecidas e não editada - as excepções para Moore com os Retro Spankers (as ligações de Moore com a música são conhecidas q.b.) e uma do David J (Bauhaus e Love & Rockets). Do Country ao Hip Hop, do Post-Punk ao Jazz Rock, são registados 50 anos (!) de história da cidade de Northampton mas pouco se ficou a saber quem são, quando foi gravado, etc... outra colisão ao lado!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Vinil sucks!

- mas ela estava mesmo aqui! à bocado...

sexta-feira, 16 de abril de 2010
Ei, Jo!
A melhor de todas é Airshow 2000 (Man's Ruin; 2001) dos Fuckemos, que peguei pelo o incrível nome estúpido e artwork parvo, e o que me sossegou foi o facto de ser da editora do Frank Kozik. Depois de pesquisar o que ouvi é que percebi porque raios esta banda é mais um "Alien Rock" que estava mesmo a precisar de ouvir! É do Texas como outros muitos outros mamados - como os Butthole Surfers que inevitavelmente poderão ser comparados embora sejam menos extravagantes e ambiciosos que os Butthole e a voz é monocromática a lembrar a do Peter Steele (Type O Negative) que debita letras sobre 75% sexo bizarro e os restantes 25% outros temas algo sexuados como o tema Yer Family (Ruff) que tem esta bela letra:You were my lover, so was your mother
And your father and your sister and your brother
I am so sorry that I left you feeling sad
Can't we just remember all the good times we had
...
There was noone like you and your family - and your family
I thought it was cool that they would have sex with me
They gave me food when I was hungry
They gave me love unconditionally.
Mas convenhamos, o Rock é só sobre sexo, sempre foi e sempre será... mesmo quando os Fuckemos mudam de registo e fazem uma versão de Judas Priest tão manhosa como a música original, caiem na redudância porque não há mais nada tão sexuado e manhoso que Judas Priest - e os metaleiros sabem disso... Por isso, qualquer trabalho dos Killing Joke nunca chegará aos calcanhares de uma música "vou-te saltar prá cueca!", mesmo que seja o seu (segundo) álbum homónimo (Zuma / Sony; 2003) com o Dave Grohl na bateria - depois de mostrar que era aí o seu lugar num disco dos Queens of the Stone Age, e não como compositor da xungaria Foo Fighters, armado em baterista traumatizado pós-Nirvana. Já agora, diz a lenda que o tipo não cobrou nada por este trabalho - mesmo sabendo que os KJ andaram para processar os Nirvana por plágio, tendo desistido do acto após o suicídio de Cobain.Apesar da bateria convidada de Grohl nada muda na estrutura da banda, que continua o seu misto de barulho tribal pós-punk com algo de celebração Pop. E sendo Pop vai viciando a cada audição...
Por fim, o último disco dos Godflesh, Hymms (Music For Nations; 2001), percebe-se porque o projecto acabou, pouco adianta ao que foi feito no passado e prepara Justin K. Broadrick para o seu actual projecto Jesu - aliás, a última música deste CD intitula-se Jesu.Denso, pesado, lento, industrial, metalizado e insuportável como qualquer pessoa sã poderá gostar e exigir que houvesse uma banda assim. O baixo tem dentes, a bateria desta vez é humana e mais Rock (porque não é uma drum machine como acontecia no passado), riff dronados, a banda sonora original para um mundo que se desmonora a olhos vistos em 73 minutos. Cospe-se em Jesus?
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Peter Steele (nome artístico de Peter Ratajczyk), (4 de janeiro de 1962 - 14 de abril de 2010)
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Túmulo vago aos próximos que irão morrer por omissão

sexta-feira, 26 de março de 2010
Belas banhadas


Gwar : This Toilet Earth (Metal Blade; 1994)
Hyperhead : Metaphasia (Devotion; 1992)
Foram umas aquisições feitas na inauguração do Sugar Fang III, em que admito para comprá-las só pode acontecer porque sou um "fashion victim" dos anos 90 sem dúvida!
Os Gwar só conheço as máscaras e sabia que havia pelo menos uma música (Saddam a go-go) com metais - Metal com metais não deveria ser o "must"? E é! O tema referido aparece logo à entrada deste quatro álbum é uma bomba Funk-Metal em que os Metais dão uma dimensão demente à banda, ela própria demente em palco com os seus fatos de mutantes pós-apocalípticos - embora eles tenham vindo do espaço segundo reza a lenda! Para quem só ouviu falar nos Blasted Mechanism, nos Slipknot ou nos finlandeses Lordii (que ganharam o Festival da Eurovisão com os seus fatos de monstros) eis a verdadeira origem do mal! Sendo muito mais selvagens dos que os exemplos anteriores embora com níveis dispáres de resultados, tanto disparam em Hardcore furioso quer num melódico de praia, passam pelo Vaudeville e pelo Trash, Rock xunga e Punk manhoso. Sendo E.T's é natural que estejam confusos e que nos confundam. Não é um grande álbum embora tivesse todos as possibilidades para isso, bastava ter continuado a soprar nos saxofones de Uranus, cornetas de Vénus e nas trompas de falópio das gigantes Frufagaliens de Andrómeda...
Outra bela banhada é este único disco dos Hyperhead, banda que não se encontra nenhuma informação de jeito - a não ser a discografia no sítio discogs - e curiosamente até dos elementos da banda não há rasto vísivel (também não me esforcei muito, diga-se). O que se destaca nos créditos são os mui ilustres convidados Martin Atkins e William Turker (Ministry, Pigface e mil outras facetas) que me levaram a pegar no disco como garantia de qualidade (Pigface is God!) e um tal Noko 440 (dos mais conhecidos Apollo 440) e alguém que cantou nos Gaye Bykers On Acid (quem???). Hyperhead é Rock Electrónico antes de certo lixo que apareceu nos anos 90 e que se ouve com prazer Pop/Rock (a voz britânica melódica não dá hipóteses). A excepção é o tema Close to hysteria que parece Pigface - até porque os mesmos usaram nos seus bacanais ao vivo o mesmo "sample" e bateria (de Atkins, claro!) no tema Henry do disco Truth will out (1993)... dada a alegre anarquia que era Pigface não há explicações a procurar. Para quem gosta de Murder Inc, Die Warzau e a cena da Wax Trax...
A Artside está cheia desta preciosidades e pérolas maradas, vale a pena espreitar! Mesmo que seja prá bela banhada!



















