segunda-feira, 28 de março de 2022
Big Black - August 9th 1987 - Seattle, WA (Full Show)
terça-feira, 8 de março de 2022
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
sábado, 5 de fevereiro de 2022
Sekáááááá
É fodido comprar um CD com Skinheads na capa. Aposto que até que eram uns putos fofinhos como eram os metaleiros nos anos 90. Vira-se a capa e eis os cinco negros da banda a substituir os branquelas. A música não destes putos ranhosos o que daria resultados desastrosos de certeza... ufa!
Basicamente a capa dos Symarip era só marketing para público-alvo, quem ia comprar o disco seriam estes putos skin, pois a banda era a grande cena na altura na Inglaterra, tornando Skinhead Moonstomp (Trojan; 1970) num clássico do Ska / Reggae.
Este tipo de música tem um encanto especial pela sua naiveté, com sons fixes a fantasiar um Caribe perdido, letras puxando ao romance patriarcal bem-definido ora festejando o ridículo quando se está cheio de cerveja numa festa em que não faz mal fazer figuras parvas ou danças colectivas. Com o Ska a ser espezinhado actualmente pela pseudo-intelligentsia por causa da sua ruralidade e com estes dois anos passados de confinamentos, acho que é razão para defender esta música bem fixe, capaz de levantar a moral. Com a vantagem que se pode dançar com a patroa enquanto o bicho-covid não passa de moda. E por falar nisso, tenta-se ignorar também os Skins - sim, sei que estes não eram racistas, isso vai acontecer nos 80s - e que foi uma moda juvenil inglesa infelizmente importada para países que deviam ter mais juízo. É preciso saber crescer.
O que não é fácil. 49 anos depois eis um registo de Roy Ellis, o vocalista dos Symarip com uns espanholitos (claro, quem mais curte Ska neste planeta a não ser os nossos vizinhos pândegos!?), com os Transilvanians para o disco Almighty Ska (Liquidator; 2019). Parece que nada mudou em quase 50 anos, na realidade é o que se pretende neste tipo de projectos, ninguém quer ouvir estes sons com novas roupagens e mutações - nutre-se a nostalgia, já assim o era nos anos 90. Creio, que será um disco que funcionará como epitáfio para o Senhor Ellis, uma celebração de um género de música, com uma voz mais madura e um som mais limpo. Porreiro para o pequeno-almoço ou para o fim de tarde de copinho de vinho na mão. Skins, nem vê-los... ufa!
Quanto ao Two Tone, nome de uma editora de curta mas importante duração com o mesmo nome do "género" que inventou ao investir em bandas Ska compostas por punks brancos e emigrantes ou uma segunda geração de emigrantes negros afro-caribenhos - por momentos houve esperança na Humanidade. Apesar de ser uma edição rasca, Ska! (Proper; 1999) junta como "best of" duas bandas The Beat e The Selecter dessa editora / género e que mostra bem que houve uma metamorfose no ska inglês. Em muitos casos este torna-se politizado (sendo a grande porca Thatcher o maior alvo de críticas) mas sobretudo o som deixa de ser "puro jamaicano" para incorporar Rock e Pop daquela altura - finais dos anos 70 e princípios dos 80. Sobretudo Selecter expande-se em vários caminhos que até deixam dúvidas se ainda estamos perante Ska / Reggae. Claro que o melhor tema de sempre desta onda será o Ghost Town dos The Specials, verdadeira música de terror para quem vive a urbe decadente. Claro que devido à melancolia do tema já não se pode chamar de Ska, hahahahahaquinta-feira, 27 de janeiro de 2022
#30: La Terrible Histoire des Trois Cervaux de Magnólia
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
PRÉ-VENDA --- DJ Cat Gosshie World Tour de HARUKICHI
As forças cósmicas são fortíssimas, é o nosso segundo livro na colecção Mercantologia com um gato que curte música!!
Fazer o quê? Contra estas forças nada podemos fazer, maninhos!
Então é assim, estamos em pré-venda até 19 de Fevereiro deste livro que é um "best of" dos hilariantes seis números do zine do gato DJ, criação e alter-ego (?) do japonês Harukichi.
O gato viaja por tudo o que é lado - Japão, Holanda, Irão, Suíça, Singapura, LISBOA (e ao Boom!!!), Peru - para encontrar discos raros a preços modestos, fumar ganzas, por som e comer queijo do bom e do melhor, enfim... como qualquer pessoa normal faz quando viajava, certo?
E como toda a gente gosta de gatos, esta é uma co-edição com as Ediciones Valientes e a Kuš! Komikss - em castelhano e inglês respectivamente.
Dia 19 de Fevereiro, às 15h30, lançamos esta maravilha na Tinta nos Nervos, acompanhados com a Sendai que vai fazer sair o Na Prisão de Kazuichi Hanawa...
segunda-feira, 17 de janeiro de 2022
domingo, 9 de janeiro de 2022
As minhas ancas são árabes
O álbum de estreia dos Fun-Da-Mental começa suave. Alto! O primeiro CD tem como "intro" a gravação de um neo-nazi a cuspir ódio racial e político ao telefone, na "intro" do segundo CD há um político (?) a ser entrevistado que até defensor dos direitos dos animais e vegetariano que não tem nenhuma empatia pelo facto de vender armas e consequente trazer sofrimento às pessoas do "terceiro mundo" - ele responde que não, traçando um pensamento Ocidental que o resto da população do mundo é sub-humana.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2021
21
- Olivia Gazalé : Le Mythe de la Virilité (Robert Laffont; 2019)
- Adam Curtis: Can't Get You Out Of My Mind (BBC)
- Olivier Schrauwen : Sunday part 3, 4 (Colorama)
- Frans Masereel : La Ville (Martin Halleux; 2019 - orig. 1925)
- Philip K. Dick : Os Olhos do Céu (Panorama; 1957) + A Máquina Preservadora (Livros do Brasil; 1989-90)
- Carlos da Fonseca : Para uma análise do Movimento Libertário e da sua História (Antígona; 1988)
- Frantz Fanon : Pele Negra, Máscaras Brancas (Letra Livre; 2017 - orig. 1952)
- Yeong-shin Ma : Moms (Drawn & Quarterly; 2020)
- José Feitor: Fosso #1 + Tumulto (Imprensa Canalha)
- Asghar Farhadi : À procura de Elly (2009)
- John Berger : Ways of Seeing (BBC; 1972)
- Stan Neumann : Le temps des ouvriers / O tempo dos operários (Les Filmes D'ici; 2019)
- André Lemos: Dekomikonstrutivismus (Opuntia Books)
- Luigi Comencini : Lo Scopone Scientifico (1972)
- Jules Renard : O Pendura (Assírio & Alvim; 2009 - orig.: 1892)
- Akira Kurosawa : Rashomon - Às portas do Inferno (1951) + Yojimbo (1961)
- Jafar Panahi : 3 Rostos / 3 Faces (2018)
- Edward Abbey : O Gangue da Chave-Inglesa (Antígona; 2019 - orig. 1975)
- Tom Dissevelt & Kid Baltan : Song of the Second Moon (Fifth Dimension; 2015 - orig. 1962)
- Metadevice : Turba + Atomization (New Approach)
Feliz 2022
Praed não é coisa fácil de ouvir quando estão em modo de Jazz mas este é um álbum psico-étnico acessível a qualquer cidadão do mundo que não se quer irritar com música. Pegam na música tradicional árabe Shaabi fundem Space Jazz (seja lá o que isso quer dizer) e algum Noise para inglês ver, o que dá para agradar gregos e troianos, acho. Agradável prá trip hipnagógica de sofá porque tem profundidade temporal. Há algo de Maurice Louca mas sem drama. A capa não é prateada, é o efeito da luz no plástico que a faz assim, é mais sonhos de alumínio.
Said é o braço esquerdo do sírio Omar Souleyman - o direito serão os poetas que se segredam as líricas ao ouvido? - e que metralha nos seus concertos o techno-allah mais pujante prá dança sem travões. Este disco é isso mesmo, Said a curtir a sua sem a voz do Souleyman. Tão simples como isso sem ser simplista porque estamos perante uma verdadeira demonstração de virtuosismo no orgão (ehm...) tal como o outro cromo dos E.E.K. A festa de ano novo já 'tá programada em casa com estes LPs todos, só falta mandar vir as dlogas pela Getir!
domingo, 28 de novembro de 2021
Nick Cave: "A Morte de Bunny Munro" (Alfaguara / Objectiva; 2009)
Lá porque um gajo é famoso no mundo da Pop não quer dizer que seja bom noutras áreas artísticas - vide os quadros da Patty Smith ou os seus livros incrivelmente chatos. O Nick Cave que faça Rock que faz isso muito bem, como escritor é apenas divertido. Verdade se diga, que papei o livro em dois dias e de forma frenética, nesse aspecto Cave consegue atrair a atenção do leitor ao relatar o percurso decadente e mortal de um tarado sexual chamado Bunny Munro (sim é o nome da criatura). As ligações a outras personagens são fracas (a sua família, as gajas que ele come ou tenta comer, um Diabo violador à solta) chegando-se ao fim do livro a pensar que lemos uma vulgaridade descartável, que o romance prometia mais do que ofereceu e que a capa é apenas horrorosa.sábado, 20 de novembro de 2021
Conteúdo sifilítico
Há tantas formas de como abordar o LP de estreia dos franceses Treponem Pal (Roadrunner; 1989) que me perco. Uma delas é que esquecemos sempre a França como um país em que se encontra música que nunca é celebrada apesar da influência real que possa ter pelo mundo. Num esquema autofágico seria fácil pensar Métal Urbain -> Big Black -> Ministry -> Treponem Pal, sendo os primeiros e últimos franceses e os do meio gringos como bem se sabe.
Metal Industrial entre Godflesh e Young Gods - e não é só a voz de Marc Neves que lembra a de Francis José Conceição Leitão Treichler (sorry, não resisti) dos Young Gods que soa parecido mas também toda uma cadência sonora que lembra os primeiros discos de YG, para além de Treichler ter feito produção deste disco e de outros dos Trepo - ehm, onde ia? ...
É um género muito datado entre 1988 a 1995, diria. Sons tensos e pesados para ninguém se sentir alegre e pateta. O problema sempre é o que fazer com isto depois de se fazer dois ou três álbuns repetitivos? No caso deles foram para o electro-dub mas sem gênio e claro quando o pessoal envelhece sempre mal, do puto magricelas giraço ao balofo tatuado e anéis que parece uma sucata onde as modas urbanas vão lá parar - por favor, não quero conhecer o Max Cavalera nem o Al Jourgensen agora.
A coisa torna-se genérica e a música perde valor para "conteúdo" como agora se diz, porque haverá sempre uma nova série de bosta na Netflix que precisa de um tema "indus-metal" para uma cena qualquer. Este disco ainda parte loiça e dá para um valente "headbanging" caseiro quando a esposa não está na mesma sala, não vá ela pensar que anda com um teenager misantropo.
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
A minha assinatura vale 5000 Euros
A BD Amadora deve ter algo contra os "marianos".
Ora, é sabido que eu, Marcos Farrajota, nunca me candidatei a prémios da Amadora quando percebi que produções editoriais de qualidade tinham quase nula hipótese de ganhar num festival que promove maior parte do tempo a mediocridade da BD.
Este ano concorri porque, feito parvo, fui no isco do dinheiro - pela primeira vez ao festival deu um prémio monetário. Falei com os artistas e eles, claro que concordaram.
Além de todos os nossos livros no Júri terem sido ignorados ainda alguém (não se sabe quem, a organização da BD Amadora é uma caixa negra) colocou como nomeado o Bottoms Up numa categoria que não concorremos - concorremos para melhor fanzine com A Fábrica de Erisicton - e dada a humilhação, pedimos para retirar a nomeação imediatamente.
A organização lá o fez sem pedir desculpas pelo acontecido e mais tarde descarregando qualquer responsabilidade numa nota de imprensa da Lusa.
Para a Chili Com Carne usar um stand no Festival é preciso pagar em espécie, oferecemos então vários livros e destacamos um exemplar com a minha assinatura no valor de 5000 Euros. Porquê? Porque se impediram o Rodolfo Mariano de participar nos prémios de forma correcta, impossibilitando a hipótese de ganhar 5000 Euros por melhor prémio de 2021, e uma vez que eu recuso-me ao circo dos autógrafos, boto como valor a minha garatuja nesse mesmo valor.
Assim sendo, a organização do Festival ficará em débito connosco nos próximos anos.
E por fim, meus queridos "fãs", os poucos que tem assinaturas e afins nos meus livros, já sabem o que eles valem de futuro no OLX, Coisas, Ebay e afins!
Gracias!
domingo, 31 de outubro de 2021
Isto vai acabar em lágrimas!
Em meados da década de 80, as editoras discográficas estavam praticamente fechadas ao que de novo se ia fazendo e o que editavam pouco ou nada interessava – o “boom do rock” tinha esgotado a paciência dos ouvintes para a música em português.
No entanto, uma sala de espectáculos em Lisboa, de nome Rock Rendez Vous, começou lentamente a dar espaço ao que realmente estava a acontecer, à margem do mercado e da crítica. E, consequentemente, apareceram umas (poucas) novas editoras independentes, como a Dansa do Som e a Ama Romanta, que acabariam por lançar alguma da mais interessante música feita nesses anos em Portugal.
No entanto, os meios destas editoras eram parcos e os orçamentos bastante reduzidos (já para não falar do limitado poder de compra dos portugueses) e, por isso, no final dessa década, as várias cenas musicais emergentes – metal, industrial, experimental, electrónica –, passam a gravar e editar as próprias cassetes para se fazerem ouvir. Era o do-it-yourself aplicado à edição dessa nova música, autoproduzida, com total liberdade, sem qualquer tipo de censura, que a partir de agora era passível de ser gravada e facilmente duplicada em casa, desprezando qualquer ideia de direitos de autor, quase sempre embalada em capas originais feitas a partir fotocópias de imagens roubadas, activamente divulgada através de flyers e fanzines e disseminada, sem intermediários, em mão e por correio, numa rede, tornada comunidade, internacional.
Facadas Na Noite, Tragic Figures, Anti-Demos-Cracia, Pé de Porco e a K7 Pirata, foram algumas das editoras que surgiram então e que marcaram esse início da edição independente em cassete, juntamente com a SPH.
Editora de Oeiras, no activo desde 1990, a SPH pôs a circular álbuns e compilações com nomes nacionais – Ode Filípica, Croniamantal – e internacionais – Merzbow, X-Ray Pop, De Fabriek, entre outros – somando um total de cerca de oitenta cassetes de música industrial, noise, avant-garde e até synth-pop, ao longo dos seus quase quatro anos de edições contínuas. No entanto, as oscilações dos interesses e mercados – estava-se na passagem das cassetes e do vinil para o CD – fizeram com que a editora acabasse em 1993. Mas, atento, como sempre, às novas linguagens musicais de circuitos underground, no início do século XXI, Fernando Cerqueira retoma as edições, dessa vez acompanhado por Luís van Seixas, sob o nome de Thisco. Perfazendo agora 20 anos, o presente livro comemora duas décadas de existência e os trinta anos do início da SPH, inventariando as edições e reproduzindo capas de ambas as editoras assim como material promocional e outra memorabilia, devidamente acompanhadas de uma conversa aprofundada com os envolvidos.
à venda na nossa loja em linha e na Matéria Prima, Snob, Tigre de Papel, ZDB, Kingpin Books, Flur e Utopia.
Historial:
lançado na Festa dos 30 anos da SPH e 20 da Thisco na SMUP, 22 e 23 Outubro 2021 ...
quinta-feira, 21 de outubro de 2021
Aristocracia do Rock


segunda-feira, 18 de outubro de 2021
PMP (Pior Música Portuguesa)
Porque isto nunca acontecerá,
Porque o Gato Mariano é Fake News,
Porque a Música Portuguesa precisa de melhorar-se a si própria,
eis os piores momentos da "Música Moderna Portuguesa" para não cometermos os mesmos erros de A.C. (Antes do Covid).
1 - KHS / Why / Elo 4 / Peace Maker (Ed. SPA; 1987)
EP 7" que nem no discogs alguém o meteu à venda nem se encontra a capa na 'net. Também não serei eu a faze-lo. Uma mediocridade tal que mostra a outra face da SPA para além de fechar bares e alimentar músicos medíocres, isto é: não serve para nada.
2- Blind Zero
Azeite do Norte, do principio até ao fim, estes "parolo geme" (sim foram amplamente gozados no livro de BD Loverboy, o rebelde) são o Antes e Depois da MMP. O Antes: criatividade, espontaneidade, amadorismo. O Depois: copycat, bullshit, money. Apesar do investimento enormes, o plano deu errado, mendigaram uma internacionalização pela pequena espanhola Subterfuge (cá em Portugal era tudo à grande!) e por fim o vocalista até teve de cantar em português numa faixa de Mão Morta.
3- Paus
O que dizer de uma banda quando ela assume-se logo como um Lado B dos Battles? Mas sendo os seus elementos uns betos do sistema, foram abençoados pelo jornal que na redacção até a máquina de café serve merda...
4- Dead Combo : Live At Teatro São Luiz (Blitz; 2014)
Que Dead Combo faça música placebo é lá com eles, mas ao menos que não abram a boca, por favor! As intervenções com o seu histérico público neste disco mostram que não são apenas burgessos mas também burgueses opressores da classe operária.
5- Vários cantautores católicos da Amor Fúria
Quem?
6- Vários cantautores protestantes da Flor Caveira
Geralmente com nomes rabetas bíblicos...
7- Buraka Som Sistema (depois do primeiro EP)
Assimilados! Ou citando o Farinha Master: "cheirar o cu, cheirar o cu ao Capital"
8- Throes & The Shine
Boa ideia. Preguiça máxima. Mereceram ser roubados pelos Black Taiga!
9- Fast Eddie Nelson
10- Moonspell
Azeite do Sul. Ao contrário dos Blind Zero - mas nota-se que só no Norte é que se trabalha! - vingaram pelo mundo inteiro numa editora indie de Metal, comendo batatas numa carrinha friorenta. 10 mil fãs não podem estar errados tal como 1000 lemingues a suicidarem-se...
11- Jibóia : Badlav (Lovers & Lollypops, Shit Music For Shit People; 2014)
Jibóia tinha piada no primeiro disco. Jibóia encontrou uma baleia com o estômago cheio de plástico. Jibóia gravou com essa baleia.
12- Lulu Blind (tudo)
A prova viva que Tó Trips seria capaz de vender a sua mãe por 15 minutos de fama...
13- Simbiose
Chato desde sempre, a evitar sobretudo em concertos...
14- Black Bombaim & Peter Brötzmann (Lovers & Lollypops, Shhhpuma; 2016)
O disco mais idiota de sempre mas a revista inglesa The Wire disse bem...
15- Besta
Falhados!
16- A Besta
idem
17- Rita Braga
É a gaja mais persistente na música portuguesa que até Slavoj Žižek a cita conceptualmente: and so on, and so on, and so on...
18- Live Low
Melhor que Resistência, pior que Madredeus. No Porto pronuncia-se "bibeló"
19- Legendary Tiger Man
Legendários eram os Tédios Boys, ou pelo menos, tinham o melhor cu masculino de Coimbra - uma jornalista dixit - e que era o do Tony Fortuna, já agora.
20- David Fonseca
Azeite do centro, instigador de Nostalgia barata como o vendido do Markl (é assim que se escreve?). Tentou sacar fama com a morte de David Bowie para ficar grande mas nem toda a gente é parva, embora:
21- Discos Príncipe (tudo!)
Não dá para perceber o sucesso, ou talvez dê, os países ex-colonistas perceberam que era mais fácil deixar as colónias serem independentes e manter relações comerciais desvantajosas para as colónias sem recursos...
22- Assacínicos
Inauguraram uma sub-label da Rastilho, a Metamorfose, dedicada a "sons diferentes". Numa revista de música pediram para não ser eu a fazer a resenha crítica do disco homónimo de 2004, o que foi ainda pior nas mãos do outro crítico.
23- Poppers
O melhor que fizeram foi fechar a Metamorfose...
24- Crise Total : Autista
Banda punk que mais gravou o mesmo tema, ou outros por eles fazendo justiça ao título...









